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13 novembre Poema extremamente piegas de saudade número onze doze zero Não há nada mais deprimente nessa vida... que matar uma rosa ainda não nascida... que não acreditar nas mãos estremecidas... e pior: saber que não existe coisa mais deprimente na vida... 10 avril Ela e o ar Deflora minha alma, Meus ouvidos À sua voz pertencem E por mil alvoradas Seu sorriso Em meus olhos presente Ela e o ar Depertaram velhos mar E luar Que haviam sido deixados, por descaso, olvidar 1 janvier Por Ti É fato que o Sol vai embora todos os dias por se cansar de competir com o brilho que emana de ti Que as flores se esvaem, primavera após primavera, por inveja da tua beleza Que os pássaros procuram entoar os mais belos cantos para acompanhar a maravilha da tua voz O escultor que possui mãos divinas não fará juz à tua beleza O maior de todos os pintores não simulará tão belo sorriso Mesmo poeta mais sensível não achará as verdadeiras palavras Para exprimir teus encantos e desvendar tua suprema alma Em Tuas Viagens Passas pela minha floresta Deixas teu aroma de rosas Mas vais repousar sobre as pedras Parece-me que é lá que moras Cantas doces canções a mim Pedes-me para contigo dançar Mas ao longe pode-se ouvir Serenatas de um outro ecoar Deitas-te e ouve meu coração Levantas-te e comigo choras Mas escapas-te de mim Mas escondes-te de ti Contas-me de teus sonhos Mostro-te sorrindo os meus Minh'alma a ti eu proponho Meu espírito juntar-se-á ao teu Com Palavras Acabaste de dar motivos Para as fadas dançarem, Os faunos tocarem, Sob tons divinos Acabaste de inspirar Os mestres poetas. Por rimas incertas Não mais esperar. Com um leve toque, Acabaste de um mundo recriar Com uma leve palavra, Ao paraíso há de nos levar. 16 octobre NadaUma torrente de insanidade nos fará enxergar. A busca por novas terras leva sempre ao nosso próprio solo. Alguns vales ao horizonte sempre parecem familiares. É quando a noite cai que se ouve os mesmos sons do passado. Tornamo-nos mais humanos ao cortejar nossos pesadelos. Ao preparar nossos sonhos, é provável que caiamos em desespero. Onde estávamos quando a inspiração nos foi tirada à foice? Para onde levaremos o tesouro que antes fora puro e doce? Adoremos os seres mágicos e suas histórias que foram contadas Por nosso espírito em noites ilúcidas de deleite. Esperemos que eles ressurjam no crepúsculo ou mesmo na alvorada Em dança orgiástica e perturbadora aos olhos de mortais entes. 28 juillet Nymphe Les dieux m'ont déjà enseigné
de la nymphe rester près. Ils m'ont déjà enseigné comment les prier. Un ordre des oracles semble sorti de chaque mot que tu chantes. Leurs yeux semblent surpris par tes charmes qui enchantent. Ils m'ont déjà enseigné à regarder les nuages et voler Mais ils ne m'ont pas enseigné comment sur tes rêves mes mains poser. Une simple note de flûte semble te faire sommeiller et mes paroles pourraient, une fois dans ton esprit entrées, cent chimères réveiller. Escrita em inglês por Casper. Tradução ao francês por Botica Hiperbóreo A espera pelo vento hiperbóreo cessou Ninfa minha Exibe tuas belas vestes que hipnotizaram o eu satírico Minha flauta agora toca lindas canções de torpor Convence-me de que aquelas que dançam em rodas São vítimas de uma pureza pervertida Fomos cruzados por um grifo Azuis eram suas patas Roxos, os olhos que guardavam nosso divino leito Moravas numa floresta longínqua Colhias frutos que já não mais existem O mais belo palácio de pedras disformes por ti fora feito O som de tormentas calaram a música Mas quando os tufões e terremotos se esvairem Um eterno e doce refrão soará vigoroso a todos os ouvidos 23 avril Linhas Quebraram-se as linhas delicadas sob as minhas palavras proferidas ao relento Pega-se as pedras atiradas das ruelas faz-se um muro, o teu mais novo invento Cerram-se as bocas das mais sóbrias feras loucas que comem mais um pedaço do teu....estar...aqui.... ver [a ti mesmo] . ... Também os olhos se vestem de lágrimas As mãos de gás E o rosto de âmbar Convém aos lobos suprirem tuas práticas Com velas e gás O desgosto na garganta 17 octobre FênixDeliciosos os tempos em que vivia 11 août VoltaE a cega tocou as ruínas De seu velho palácio E tateou as folhas De seu velho jardim E sangrou sobre os galhos E chorou sobre o carmim Espalhou-se sobre as pedras Espalhou-se sobre mim 28 juin HelênicaCaia um profundo silêncio
Caia um profundo silêncio na nossa velha floresta “Corra e eu te pego” tu me disseste primeiro E quando crepitava a chuva nas folhas caídas Quanto calafrio dentro da alma Amargo vinho amarelo, lua pálida Partem os soldados – partias tu também E tinhas dentro dos olhos uma escura turvidez um escuro... como se caísse a noite Qual ferida vermelha que não fecha A pequena capela perto da fonte E um silêncio lívido na nossa velha floresta Como te esquecer, aquele a quem a terra levou -música grega- 22 mai Mais uma jornada à cachoeira magnânimaJornada Somente uma parte do campo semeada Mesmo assim parte à outra jornada Cobrindo as estradas Pálpebras inchadas Cheiro de fumaça Canto da cigarra Perdendo ao longe as colinas escarpadas Mesmo assim parte á outra jornada Luzes apagadas Ruas inacabadas Não mais a sua casa Agora só uma enseada Vejamos de que as crianças estão brincando Vejamos de que as crianças estão brincando Uma voz doce e suave chama Após a tempestade Num cerimonial de trens trilhos & túneis Quem irá se juntar a você Durante a jornada a nenhures? Frio"Moro, num país tropical"... ...é o cacete 8 mai Joseph Ratzinger está chegando.Sacro Império Composição sagrada em fogos apagados Experimentação Mestre da hipnose congrega fantasmas Anfíbios mergulhados em solo infértil Transe de um corpo inerte Todos os semelhantes se precipitam Caos na exposição Um único ser parado na parede Gritos calados pelo alçapão Preguem-no Luzes os trazem de volta à escuridão Ajoelham-se Palavras repetidas se oferecem O rei ainda não está satisfeito Acolherão amanhã um novo eleito Julguem-no Alterando-nos 26 avril PerdurandoSegunda parte de um poema inexistente E a princesa abandona o bobo da corte para ter sua nobreza novamente. 15 février Mais uma cavalgada elétricaFlor minha Flor minha Teu pistilo
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